Imaginación y control de la subjetividad en el campo del trabajo: imaginación creativa y realismo fatalista y conformista

Luana Silvy De Lorenzi Tezza Magnin, José Henrique de Faria, João Henrique Rossler

Resumen

A imaginação é frequentemente confundida com devaneios sem impacto na realidade, tendo sido historicamente preterida pela Psicologia face a outras faculdades mentais. No entanto, como função psíquica superior, desempenha papel fundamental na atividade consciente humana. Especialmente, no trabalho. Objetiva-se discutir neste artigo, baseado na Psicologia Histórico-Cultural, a relação entre imaginação e o controle da subjetividade no campo do trabalho; bem como defender a tese de que o controle da imaginação pode alterar a relação do indivíduo com a realidade e os processos psíquicos de produção de imagem subjetiva da realidade objetiva. A partir disso, propõem-se duas formas predominantes de processos cognitivo-afetivos, que se manifestam como tendências do psi-quismo humano: um cuja prevalência ocorre por meio do exercício da imaginação criativa; e outro por meio do “realismo fatalista e conformista”, entendido como a forma de imaginação típica do trabalho alienado, responsável pelo exercício da imaginação como produção de imagens fictícias.

Palabras clave

Imaginação; Trabalho; Controle da subjetividade; Realismo fatalista e conformista

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